segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Parte 1 - Quando amar não é simplesmente AMAR

Recentemente, decidi fazer algo inusitado. Desejoso de investir no meu casamento e ciente de que precisava cuidar melhor da esposa linda e maravilhosa que tenho, decidi passar em uma floricultura e comprar uma planta.

E porque decidi comprar uma planta? Por um motivo muito simples, pois sabia que necessariamente deveria aprender a saber o quanto regar e como deveria cuidar diariamente da mesma.

Reconheço que comecei da pior maneira, pois achava que deveria regar a planta diariamente, quando descobri que na verdade deveria regar de 3 em 3 dias e que havia-se uma série de cuidados para se tomar.

Em nossas vidas, muitas vezes nos permitimos passar por diversas situações, mas precisamos saber o que estamos fazendo e como estamos fazendo. O primeiro ponto que quero abordar é sobre que amor eu quero tratar e que tenho buscado viver.

Não quero falar de amor, como algo clichê, mas como algo prático, objetivo, como uma atitude. 

Hoje em dia as pessoas associam amor a um ato sexual, a um relacionamento, quando na verdade no fim da história percebemos que se tratou mais de uma afeição, um sentimento ou de algo carnal (da carne), algo instintivo, do que do AMOR que quero falar hoje.  

Como eu disse recentemente, usando uma frase de um grande autor: “o amor não se consiste em emoções ou em palavras, mas em AÇÕES.

Admito que quando iniciei este projeto, não sabia bem o norte que eu tomaria ou sobre qual o caminho deveria seguir, mas uma coisa tem sido clara, clara até demais. Tudo o que tenho pensado e aprendido encontra-se no Capítulo 4, dos versículos 7 a 21 da 1ª Epístola de João:

 7 
Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
 8 
Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.
 9 
Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito[17] ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.
[17] Ou Único
 10 
Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. [18]
[18] Ou sacrifício que desvia a ira de Deus, tirando os nossos pecados.
 11 
Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros.
 12 
Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós.
 13 
Sabemos que permanecemos nele, e ele em nós, porque ele nos deu do seu Espírito.
 14 
E vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho para ser o Salvador do mundo.
 15 
Se alguém confessa publicamente que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus.
 16 
Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.
 17 
Dessa forma o amor está aperfeiçoado entre nós, para que no dia do juízo tenhamos confiança, porque neste mundo somos como ele.
 18 
No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.
 19 
Nós amamos porque ele nos amou primeiro.
 20 
Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. [19]
[19] Vários manuscritos dizem como pode amar a Deus, a quem não vê?
 21 
Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão.

A primeira coisa e a mais importante que precisamos entender dessa passagem é que o amor é Algo Divino, ou seja, é algo que vem de Deus. Isso me faz concluir que não nascemos amando ou que o amor seja algo que possamos sentir em nosso coração.

Se você estiver sentindo algo em seu coração, lhe sugiro procurar um cardiologista, que pode até ser uma arritmia cardíaca.

Sabendo então que o amor é algo divino, precisamos saber então como então devemos aprender a amar.

Essa semana uma pessoa me disse que eu estava muito poético, eu a respondi que estava assim, pois estava aprendendo o que é amar e completei dizendo que tenho descoberto ainda que o amor não é algo que se entenda, mas sim algo que se deve viver.

Que recebamos esse dom divino e que possamos dizer que ESCOLHEMOS AMAR, que ESCOLHEMOS RECEBER ESSE DOM DIVINO em nossas vidas.

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