Recentemente
passei por duas situações distintas e ao mesmo tempo de certa maneira
engraçadas.
Na primeira
situação, mesmo saindo bem cedo de casa, me deparei com a realidade de que
talvez eu não conseguisse chegar no horário para o compromisso que eu tinha com
hora marcada. Decidi então descer do ônibus e tentar pegar um táxi e como não
passou nenhum táxi acabei pegando outro “buzu”.
Ao entrar no ônibus constatei o
que eu já sabia, que não havia tempo suficiente para chegar, então falou com o
cobrador que iria descer de novo para pegar o táxi. Para minha surpresa, o
cobrador abriu o portão no meio da Avenida ACM e eu desci.
Como já dizia
o povo, “quem está na chuva é para se molhar”, comecei então a andar na procura
de algum táxi e de repente uma motorista de um veículo me perguntou para onde
eu estava indo e seu eu queria uma carona. Não se assuste em saber a minha
decisão, até porque não trata-se de uma situação normal ou de algo que já fiz,
faço ou que pretendo continuar fazendo, mas decidi aceitar a carona.
O motorista
então compartilhou que me viu entrando e descendo do ônibus todo “desajeitado”
e que como ele se sente assim quando anda de transporte coletivo, acabou se
sentindo compelido em me ajudar.
Para resumir
este primeiro ato, cheguei 5 minutos antes do horário marcado e totalmente
constrangido em receber um ato tão generoso, a que não tenho outra explicação a
não ser o grande amor e cuidado de Deus em minha vida.
No segundo
ato, ainda extasiado por tal acontecimento, decidi pegar dois ônibus para
chegar mais cedo em casa. O que eu não esperava era pegar o ônibus errado e ao invés
de chegar mais cedo, ter que demorar mais de duas horas para chegar em meu
destino.
Mesmo tendo
tudo favorável a ficar descontente e até descer do ônibus e pegar outro ônibus,
decidi agradecer ao meu pai, tanto pelo sim, quanto pelo não. Decidi agradecer
por aquilo que eu talvez entenda como bom ou ruim. Decidi simplesmente entender
que nada, ninguém, circustância ou situação pode me impedir de viver e
manifestar o tão grande amor de Deus pela minha vida.
É notório que
diversas vezes usei o verbo escolher mais até do que deveria e explica-se isso
por uma única e simples questão, o de que em aprendido que a escolha é o grande ponto da questão.
Tenho aprendido que a minha escolha
diária faz toda uma diferença. Nem sempre tomo a melhor decisão, nem sempre
faço o que gostaria de fazer e nem sempre falo e ajo como gostaria de agir.
A questão que
tenho aprendido é que preciso aprender a viver o aqui e agora. E neste momento
em que escrevo quero me e lhe desafiar a escolhermos amar e sermos amados e a
manifestarmos este tão grande amor através das nossas palavras, atitudes e
ações.
Até porque
como diria um homem, mesmo na sua loucura, gentileza gera gentileza ou melhor
ainda na expressão do meu mestre, que preciso aprender a fazer pelo outro o que
eu gostaria que fizessem por mim.

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